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ONLINEGRATUITO

2º Fórum TJCC
Rio de Janeiro

29 e 30 | Junho 2022
15h – 20h30

É possível transformar o sistema de saúde do Rio de Janeiro, implementar a prevenção e promover a equidade oncológica .

JUNTOS PELA PREVENÇÃO AO CÂNCER E A EQUIDADE NA ATENÇÃO ONCOLÓGICA

O 2º Fórum Todos Juntos Contra o Câncer Rio de Janeiro é uma realização do Movimento TJCC, co-criado pela Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia  – ABRALE e as demais associações parceiras: ACT Promoção da saúde, Instituto Desiderata, Fundação do Câncer e Nosso Papo Rosa. A programação reunirá médicos, profissionais da saúde, representantes do governo, de hospitais e de organizações de apoio ao paciente para debaterem as principais necessidades e soluções no tratamento oncológico na região.

As desigualdades, vulnerabilidades sociais e ineficiências na gestão e financiamento dos serviços públicos do estado impactam ainda mais no acesso à saúde. A partir das necessidades locais, o 2º Fórum TJCC Rio de Janeiro  terá como lema: Juntos pela equidade na atenção oncológica.

Especialistas apresentarão sugestões de melhorias essenciais e integrais ao sistema. Acompanhe os debates!

PROGRAMAÇÃO

Dia 29

15h – 15h50: Abertura – Juntos pela prevenção ao câncer e a equidade na atenção oncológica

Na abertura, os representantes das organizações co-organizadoras apresentarão e discutirão as principais demandas e necessidades da atenção oncológica do estado do Rio de Janeiro. Para contribuir com o debate, e trazer proposições, teremos a presença da Diretora-Geral do Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva.


15h50 – 17h10: Como prevenir os fatores de risco para desenvolvimento das DCNTs e o câncer

As doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) são a principal causa de morte no mundo, e entre elas está o câncer. Para revertermos a alta incidência, são fundamentais políticas públicas eficazes para controlar os fatores de risco. Nesta mesa de debate discutiremos estratégias de advocacy, importância de se promover as práticas saudáveis,  bem como o impacto da COVID-19 para as DCNTs, e quais foram as implicações para as populações mais vulneráveis a partir de relatos da ponta da assistência. Juntos podemos mudar este cenário.


17h10 – 18h30: Uso de dados para políticas públicas de saúde

Dados são importantes fontes de informação que possibilitam estudos, análises estratégicas e até o desenvolvimento de políticas públicas baseadas em evidências. No caso da Oncologia, essas evidências são importantes, pois podem possibilitar e garantir um melhor acesso da população ao diagnóstico e tratamento oportunos. No entanto, a transparência no setor público vai além do simples acesso aos dados, é preciso saber como utilizá-los para poder gerar análises mais completas do cenário político, econômico e também de saúde. Este painel abordará, além da importância da utilização de dados para incidir nas políticas públicas de saúde, a limitação da disponibilização desses dados nas diversas bases governamentais.


18h30 – 19h50: Desafios e especificidades do cuidado integral ao adolescente com câncer

O câncer infantojuvenil acomete, anualmente, cerca de 12.500 brasileiros, sendo a segunda causa de morte nesta faixa etária. Com os avanços na ciência, são diversas as opções terapêuticas disponíveis, entretanto, questões como diagnóstico tardio, altas taxas de abandono do tratamento, acesso limitado aos Cuidados Paliativos e insuficiência de terapias de suporte ainda são uma realidade no estado do Rio Janeiro. Neste painel, serão abordadas possíveis soluções para os desafios na atenção ao câncer na infância e adolescência, com foco nas melhorias da Política de Promoção do Diagnóstico Precoce para os adolescentes, que necessitam de assistência especializada e que levem em consideração todo o contexto da faixa etária, visando melhorar a qualidade de vida e aumentar as chances de cura.


19h50 – 20h40: Nosso Papo – Questões sociais do câncer

É fundamental que a assistência oncológica garanta a promoção de serviços essenciais para todos, independentemente de gênero, raça e classe social. Falar sobre câncer para a população transgênero, por exemplo, é um desafio por conta da falta de informação nos registros. A orientação sexual também é uma questão para a prevenção do câncer, já que o tema ainda é considerado um tabu por muitos. Isso sem contar que, de acordo com diferentes estudos, a população negra e de baixa renda são as que mais enfrentam dificuldades na atenção oncológica. Ademais, sabemos que o câncer em si já é limitante quando se trata de acesso ao mercado de trabalho. As políticas públicas que zelam pela saúde e estabilidade socioeconômica precisam ser cumpridas e devem ser pensadas a partir das especificidades. Neste painel, teremos falas representativas, com ativistas e gestores que trabalham para melhorar o acolhimento destes pacientes.

Dia 30

15h – 16h20: Covid-19: a reestruturação da atenção oncológica

A COVID-19 sobrecarregou os hospitais e corroborou para o represamento dos diagnósticos. Pacientes com câncer tiveram atrasos significativos em seus tratamentos e, dentre os principais problemas, estão consultas e exames de acompanhamento adiados ou até mesmo cancelados. Será preciso um enfoque especial da gestão pública para mitigar esses impactos na atenção oncológica no estado do Rio de Janeiro. Neste debate serão apresentados o panorama e quais são as estratégias que estão sendo adotadas.


16h20 – 17h40: Câncer do colo do útero – Como erradicar?

O câncer do colo do útero é causado pela infecção persistente por alguns tipos do Papilomavírus Humano (HPV). É um dos mais frequentes tumores na população feminina e a quarta causa de morte de mulheres por câncer no Brasil. É muito importante ressaltar que o câncer do colo do útero é altamente preventivo. A vacinação contra o HPV antes no início da vida sexual e a realização do exame preventivo (Papanicolau), que pode detectar as lesões precursoras, se complementam como ações de prevenção desse tipo de câncer. Contudo, a cobertura vacinal contra o HPV no Brasil ainda é muito baixa e vem caindo desde a sua implementação e, apesar de o Papanicolau ser uma das principais estratégias para fazer o diagnóstico precoce da doença, em 2019, a cobertura de realização desse exame atingiu seu menor nível entre a faixa etária de 25 a 34 anos. Esses e outros desafios para erradicação do câncer do colo do útero serão debatidos neste painel por meio de dados e evidências do cenário atual, bem como propiciará encaminhamentos e proposições que deverão ser apontadas para o aprimoramento das políticas de prevenção deste tipo de câncer.


17h40 – 19h00: Cuidados paliativos: o cuidado e a comunicação com pacientes adultos e pediátricos

Quando um paciente recebe o diagnóstico de uma doença grave, como o câncer, o correto é logo entrar em Cuidados Paliativos. Isso significa que uma equipe, formada por diferentes profissionais da área multidisciplinar de saúde, passarão a atuar para que os melhores resultados no tratamento aconteçam. O foco principal é a qualidade de vida e o controle de sintomas, sejam eles físicos ou ligados às emoções. Nesta mesa, abordaremos a importância de oferecer este tipo de atendimento a todos que enfrentam um câncer, a quebra de tabus sobre pacientes terminais e também a política de Cuidados Paliativos no Rio de Janeiro.


19h – 19h50: Nosso Papo – Como viver após o câncer?

Receber um diagnóstico de câncer não é fácil. Passar pelo tratamento também não. Mas e quando alcançamos a tão almejada remissão ou cura do câncer? O paciente continua sendo o mesmo de antes do diagnóstico? O que podemos ressignificar e incorporar em nossa vida? Este painel trará exemplos de práticas integrativas que auxiliam na qualidade de vida e bem-estar do paciente pós câncer.


19h50 – 20h10: Qual a relação entre saúde e felicidade?      

Diferentes estudos comprovam que, pessoas alegres, ficam menos doentes e/ou apresentam melhores resultados nos tratamentos oncológicos. Por meio das práticas que promovem qualidade de vida, os pacientes oncológicos podem manter a harmonia da mente, que reverbera também no bem-estar físico. Estudos comprovam que o uso da música na prática clínica traz benefícios para a saúde física e emocional dos pacientes. Para além de restabelecer a saúde, a música permite conexão e o fortalecimento das relações. Nesta mesa, conversaremos sobre a relação entre música na prática clínica, felicidade e câncer. Não perca!


20h10: Encerramento

Em breve mais informações.

A segunda edição do Fórum TJCC Rio de Janeiro será digital. Participe! Mesmo à distância, continuamos juntos em busca da melhor atenção oncológica.

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FAQ | Perguntas Frequentes

Será emitido certificado de participação do evento?

Sim. O certificado ficará disponível na plataforma após o evento, aos participantes que assistirem os dois dias de Fórum TJCC RJ.

É possível ver os painéis após o término do Fórum TJCC?

Sim, os painéis ficarão disponíveis no canal do Youtube do Movimento TJCC.

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